Em muitas fases do pensamento, ou da tomada de conhecimento do juízo de valor, somos inconscientes até o pronunciar a palavra, o arrombo psicológico que uma palavra pensada tem quando é dita, é algo insuportável, capaz de nos corroer até a lógica do fundamento, contudo temos sempre necessidade de nos sentirmos culpados desse cuspir abrupto do pensamento (pelo menos alguns de nós).
Estou para aqui com baboseiras e se calhar poucos ou nenhuns são os que têm conhecimento desta pena corrosiva, mas no meu caso assim o é, um pesar bem grande mesmo quando a balança nem sequer pesos tem, mas que seria desta balança fictícia sem as minhas pedras, sem o que talvez me faça ter cada vez mais a consciência do impacto que temos num ser, num pensar, num falar ou até mesmo num não fazer rigorosamente.
O que é certo é que o peso me faz pesar os pesos do dia a dia, e com tanto peso digo para mim mesmo como não ando aflito das costas.......lol.
Bom com tudo isto podemos sempre balançar o pensamento com a palavra, partindo assim para um equilíbrio transparente, clareando o mais sombrio dos processos que acusam sempre a diferença entre esta guerrilha constante entre a intenção e a afirmação.
Ainda assim existem umas andorinhas que por planarem na intenção usam a promessa verbal, para sanear o juízo e as acções das libelinhas por as mesmas se encontrarem entorpecidas que se limitam a perder nas suas linhas.........
Neste ultimo paragrafo tenho a ligeira impressão que dei um nós de dois laços no cérebro, o que me dificulta o exercício do raciocínio lógico se é que ele existe na minha pessoa.....enfim nada que não se cure......se é que a cura me é permitida, caso não o seja é com todo o gosto que alimento esta bela loucura......
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